Contra-arquivo

polissemia de um conceito

Autores/as

  • Carolina Amaral de Aguiar Universidade de São Paulo (USP)
  • Patrícia Furtado Mendes Machado Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio).
  • Thaís Continentino Blank Fundação Getúlio Vargas (FGV)

Palabras clave:

Contra-arquivo, Imagens, Memória

Resumen

Propomos uma reflexão sobre o contra-arquivo como noção em movimento e postura crítica frente aos usos hegemônicos dos arquivos e das imagens de arquivo. Partimos da hipótese de que o contra-arquivo se define por práticas que reconfiguram regimes de visibilidade e memória. A partir de pesquisas contemporâneas e comunicações do Seminário Internacional Arquivo e Contra-Arquivo (2024), analisamos convergências, tensões e limites do conceito.

Biografía del autor/a

Carolina Amaral de Aguiar, Universidade de São Paulo (USP)

Professora de História no Instituto de Relações Internacionais da Universidade de São Paulo (IRI/USP). Doutora em História Social pela USP.

Patrícia Furtado Mendes Machado , Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio).

Coordenadora e pesquisadora do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PPGCOM/PUC-Rio). Doutora em Comunicação e Cultura pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Thaís Continentino Blank , Fundação Getúlio Vargas (FGV)

Vice-Diretora e Professora Adjunta da Escola de Ciências Sociais da Fundação Getúlio Vargas (FGV CPDOC). Doutora em Comunicação e Cultura pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e Doutora em Histoire Culturelle et Sociale dee Arts pela Université Paris 1 Panthéon-Sorbonne.

Publicado

2026-09-16

Cómo citar

Aguiar, C. A. de, Machado , P. F. M., & Blank , T. C. (2026). Contra-arquivo: polissemia de um conceito. Informação Arquivística, 11(1), 84–100. Recuperado a partir de https://aaerj.org.br/ojs/index.php/informacaoarquivistica/article/view/237